Postagens Etiquetadas ‘Juiz de Fora’

Videoclipe BANDIDO! da PZP

Videoclipe do Coletivo PZP (Posse Zumbi dos Palmares), produzido e dirigido pelos alunos do 5° Período de 2005 do Curso de Publicidade e Propaganda da Universidade Salgado de Oliveira (UNIVERSO) de Juiz de Fora, sob a orientação dos Professores Alexandre Alvarenga e Flávia Lima.

Este trabalho foi uma oportunidade de contato direto com comunidades da periferia de Juiz de Fora, incentivando a prática de pesquisa e extensão acadêmica.

Sem saída de emergência

UCI no Independencia Shopping exibe os seis filmes em cartaz na cidade (Foto: Fernando Priamo)

UCI no Independencia Shopping exibe os seis filmes em cartaz na cidade (Foto: Fernando Priamo)

De repente você, avesso aos filmes de ação e fantasia, percebe que já faz mais de um mês que não entra no cinema. Comodamente, vai se acostumando a esperar os lançamentos chegarem nas locadoras ou na TV. Chega a esquecer da experiência da sala escura, com a luz da chamada de emergência a desviar a atenção. Alerta! A vivência dos cinemas é insubstituível. Contudo, nesta semana, restam aos espectadores de Juiz de Fora apenas seis filmes espalhados nas 14 salas existentes, sendo três deles pertencentes ao gênero de ação, um de ficção científica, outro de fantasia e um último de animação. Todos hollywoodianos, com altos custos de produção e resultados superlativos de bilheteria. Um dos mais aguardados do ano no mundo, “Vingadores: Era de Ultron” figura em todos os quatro cinemas da cidade, em 23 sessões, enquanto os outros cinco filmes dividem 31 sessões.

“Para sempre Alice”, que permaneceu em cartaz até o último dia 14, foi o único drama presente nas programações dos cinemas de Juiz de Fora em abril. Mesmo assim, a produção trazia à reboque o Oscar dado a sua protagonista, a atriz Julianne Moore. Vencedor do Globo de Ouro de melhor filme e indicado ao Oscar, “Boyhood” foi sumariamente ignorado pelas salas, ainda que o oscarizado “Birdmam” tenha chegado, por pouco tempo e em poucos horários. Para uma cidade que já teve mais de 25 espaços dedicados à sétima arte, segundo a pesquisa História do cinema brasileiro, coordenada pelo cineasta e professor Franco Groia, a mudança de perfil nas grades é, no mínimo, lamentável, haja vista a presença de salas que, ao longo dos anos, se dedicaram às produções alternativas e independentes.

Hoje o exibidor não está preocupado em formar público, mas em se sustentar, discute Groia. “A oferta pode criar a plateia. Sem oferecer não tem como conhecer. Mas é preciso se atentar para o fato de que formação de público é um investimento de anos. Precisamos criar espectadores, começando com as crianças”, concorda o professor e produtor Cristiano Rodrigues, contando que, enquanto morou em Barcelona, na Espanha, chegou a frequentar cinemas duas vezes por semana, sem assistir a filmes norte-americanos. Desde que retornou, em janeiro de 2014, diz ter perdido o hábito e pouco se lembra da última vez em que entrou em uma sala.

(Foto: Fernando Priamo)

(Foto: Fernando Priamo)

Sob muitas pressões

Há mais de 12 anos desenvolvendo programação de cinema para Juiz de Fora, Adhemar de Oliveira, responsável pela agenda do Cinearte Palace, assume a má-fase. “Minha programação está canhestra mesmo, por falta de possibilidade. Os filmes, principalmente os brasileiros, estão vindo com poucas cópias em 35mm. ‘Casa grande’, que tem reunido um público expressivo, chegou em três cópias, uma está em Porto Alegre, a outra no Rio de Janeiro, e outra, em São Paulo”, comenta. “Vamos digitalizar as duas salas do Palace até maio. Assim, é certeza que isso nos possibilitará o aumento da diversidade. Nossa intenção não é abandonar o filme grande, mas aumentar a possibilidade de lançar outras produções para o nicho que temos na cidade”, completa.

Programador da unidade da Rua Augusta, em São Paulo, do Espaço Itaú de Cinema, Adhemar vive dia a dia a certeza de que sempre haverá público para todos os filmes, inclusive os mais herméticos. Dos oito filmes em cartaz no lugar, dois são brasileiros, um francês e outro inglês. “Posso atender o popular e o mais erudito, colocando um ‘filme cabeça’ às 22h, 23h. Uma das coisas que quero fazer é aumentar o número de filmes nas salas e retornar com o viés cultural”, pontua o programador e famoso cineclubista nos anos 1980.

Para a gerente do Cinemais no Alameda, Cintia Macedo, o juiz-forano já se acostumou com a programação do lugar, que antes reservava espaço para produções independentes, mas é fato que existe um público carente. “Tive muita procura pelo filme ‘Irmã Dulce’. Se houvesse três sessões diárias, encheria. Já tentei trazer filmes assim, mas acaba ficando muito custoso. A rede é muito aberta, mas as distribuidoras pressionam e tornam inviável”, acrescenta.

Mesmo com as programações semelhantes e, em alguns casos, idênticas, os exibidores afirmam alcançar um público alto. “Acredite se quiser: nas duas primeiras semanas, todo mundo corre para ver. Aprendi com Juiz de Fora que a combinação de programação (os mesmos filmes em horários próximos) é o melhor dos mundos”, ri Adhemar. Como um mantra do mercado: não se mexe em time que está ganhando. Porém, de acordo com Cristiano Rodrigues, a pasteurização representa uma pressão ideológica maior. “Tem algo mais cruel por trás disso: os norte-americanos têm a noção de que o bem mais precioso deles é a cultura, e o principal veículo para a disseminação é o cinema. Eles não estão vendendo só um filme, mas um estilo de vida, uma lógica de mundo”, reflete, citando o aumento do número de cineclubes em Juiz de Fora, como o Cineduca, do qual é coordenador. “Esse público em potencial, as salas não têm alcançado”, critica.

Apesar de existir a lei que obriga os cinemas do país a exibirem uma quantidade mínima de filmes nacionais, a “cota de tela”, a realidade fora dos grandes centros pouco mudou. Em Juiz de Fora, os complexos dos shoppings, com maior número de salas, cinco cada um, devem exibir, ao longo do ano, no mínimo oito produções brasileiras, o que pode ser facilmente abocanhado pelos blockbusters nacionais.

A onipresença dos filmes hollywoodianos, por muitas vezes apresentados de forma opressiva, ainda é um dilema para governantes e para o público. Segundo Franco Groia, a solução é criar espaços que não se alinhem com a dinâmica mercadológica. “É urgente termos uma sala municipal de cinema. Só vejo a saída para essa programação engessada a partir do momento em que a política pública abrir espaço para o alternativo, pensando na exibição, muito mais que a produção”, conclui. Enquanto isso, para os apreciadores de dramas, restam as próprias casas, apenas.

(Fonte: Mauro Morais, Jornal Tribuna de Minas, Caderno Dois, de 26 de abril de 2015)

EXCLUSIVO: Motoqueiro é vítima em acidente na Rio Branco no início da manhã em Juiz de Fora

Flagrante de um atropelamento de um motociclista na manhã de hoje, dia 28/08/2014, no caótico trânsito do centro de Juiz de Fora (MG). Trata-se de uma das três esquinas mais perigosas da cidade, em que acontecem mais acidentes e vítimas de atropelamento.

O acidente aconteceu na esquina da Avenida Barão do Rio Branco com a rua Marechal Floriano Peixoto, quando o motociclista entrava na Floriano, quando foi arrastado pelo carro (que seguia reto e não freou) alguns metros adiantes (aproximadamente 20 metros). Vê-se que o motoqueiro gesticula para o carro parar enquanto é ainda arrastado…

Felizmente, tudo não passou de um susto, o motociclista sofreu apenas pequenas lesões, sendo socorrido por pedestres e uma unidade do SAMU. A sorte é que a moto agiu como um obstáculo, pois ficou debaixo do carro ainda em movimento, o que acabou protegendo o corpo do motoqueiro de ficar completamente preso ou esmagado debaixo do automóvel.

Mensagem de Feliz Natal – UNIVERSO Juiz de Fora

Desfile AFRO na Semana da Estética da UNIVERSO – JF

Desfile promovido na Semana da Estética da UNIVERSO de Juiz de Fora (MG), pelos alunos do turno noturno.

O evento marcou o encerramento da Semana e teve como tema “A CULTURA AFRO NO BRASIL”.

Assista abaixo imagens do desfile:

Programa Mosaico – Especial Cinemas de Juiz de Fora

Este video é o Programa Mosaico – Especial Cinemas de Juiz de Fora, produzido e exibido (em duas partes) na TVE-JF no final de 2011.

Assista abaixo ao Programa Mosaico Especial Cinemas de Juiz de Fora – Parte 1:

Assista abaixo ao Programa Mosaico Especial Cinemas de Juiz de Fora – Parte 2:

O Mosaico é um programa de cunho cultural, que apresenta a cada edição as particularidades e as curiosidades dos bairros de Juiz de Fora. Através de bate-papos e da apresentação dos lugares visitados, é possível montar, de forma descontraída, um mosaico da identidade da cidade.

O projeto “Mosaico” estreou dia 2 de julho de 2007 pela TVE, canal 12 de Juiz de Fora, entrando para a história como o primeiro programa produzido por alunos a ser transmitido em canal aberto local.

O Mosaico foi premiado com o segundo lugar na modalidade “Programa de Televisão”, categoria “Rádio e TV”, do Expocom Sudeste, durante o Intercom Sudeste – encontro regional mais importante da área de comunicação.

Depoimento de Valéria Andrade sobre as obras da NOVA JUIZ DE FORA

O Cineasta Franco Groia colheu importante depoimento de Maria Valéria Andrade, que é do CONSELHO MUNICIPAL DA PESSOA PORTADORA DE DEFICIÊNCIA (CMPPD), além de ativista dos direitos humanos e consultora na área de inclusão da pessoa com deficiência, sobre os absurdos das obras que estão sendo realizadas no projeto da NOVA JUIZ DE FORA.

Valéria Andrade acompanhou toda discussão sobre acessibilidade na construção das políticas públicas do setor. Porém, atesta que a prefeitura não respeita das políticas e não está de acordo com o que vem sendo realizado pela Secretaria de Obras.

Assista abaixo o depoimento de Valéria Andrade na íntegra:

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Bem-vindo!!

Este é o site oficial de Franco Groia. Mineiro de Juiz de Fora, Groia é cineasta e professor da Universidade Salgado de Oliveira. Bacharel em Comunicação Social pela UFJF, especializou-se em Globalização, Mídia e Cidadania (UFJF) e trabalha com projetos audiovisuais e publiciade, atuando nas áreas de formação, criação, produção e direção. Além de diretor e produtor de cinema e tv, desenvolve novas aplicações da imagem em movimento com as artes visuais.