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Curso de Administração da UNIVERSO-JF ganha 3 Estrelas no “Guia do Estudante 2016”

Tenho o prazer de comunicá-los que o curso de Administração da Universidade Salgado de Oliveira – Campus Juiz de Fora (MG), do qual faço parte do corpo doscente, foi estrelado na Avaliação de Cursos Superiores realizada pelo Guia do Estudante (GE) e constará da publicação GE Profissões Vestibular 2016, publicado pela Editora Abril, que circulará nas bancas de todo o Brasil a partir do dia 09 de outubro de 2015.

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Pela transparência do CMDPD de Juiz de Fora

Transparencia no site do CMPDDando continuidade às ações de cidadania promovidas a partir de denúncias pontuais sobre a má conduta da gestão do Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa Deficiente (CMDPD), o Cineasta e Professor Franco Groia ingressou no última segunda-feira, dia 25 de maio de 2015, com novo requerimento com este foco no Ministério Público do Estado de Minas Gerais (MPMG), através da 20ª Promotoria de Justiça da Comarca de Juiz de Fora, cobrando imediatas providências quanto à falta de transparência, por parte do referido órgão municipal em sua própria página oficial – disponibilizada e mantida pelo executivo municipal no portal da Prefeitura de Juiz de Fora (MG) – através do seguinte endereço na web: http://www.pjf.mg.gov.br/conselhos/direitos_pessoa_com_deficiencia/.

No documento entregue ao MP, é apontado inúmeros pontos de irregularidades, que vão da falta de atualização de informações, falta das atas dos últimos dois anos de reuniões etc. “A falta de transparência é uma atitude clara de má conduta do órgão, pois a população não fica a par de nada que acontece nas reuniões do Conselho, não encontra a legislação mais atual, causando grande frustração, apatia e desinteresse em lutar por seus direitos, legitimados no texto constitucional e grande arcabouço jurídico. A verdade é que grande parte do segmento não encontra nenhuma informação atualizada desde o ano de 2013! Trata-se de uma irresponsabilidade da gestão do atual CMDPD, com a conivência solidária da atual administração Bruno Siqueira (PMDB-MG) que indicou não só o atual Presidente do Conselho passando por metade dos membros do órgão”, afirma Franco Groia.

O cineasta e professor salienta ainda que “a conduta do órgão é absurda! E isso se reflete nas deliberações de bastidores e contraditórias como a da escolha do local inacessível e inóspito para sediar a 3ª Conferência Municipal dos Direitos da Pessoa Deficiente (contestada também via MP, em denúncia encaminhada neste mês)”.

A Prefeitura de Juiz de Fora, por lei federal, também é responsável a manter as páginas dos conselhos municipais e estes tem obrigação legal de divulgar seus atos, reuniões etc em site específico para que a população em geral possam não só ter acesso a estas informações como também acompanhar os andamentos, custeios e notícias referentes ao segmento em questão. Groia completa que “a não disponibilização destas informações é uma infração prevista na Lei da Transparência”.

O documento será encaminhado hoje para o Vereador Betão (PT-MG), que o mesmo seja protocolado junto à Comissão Comissão de Defesa do Direito da Pessoa com Deficiência da Câmara Municipal de Juiz de Fora, afim de que a comissão, Presidida pelo Vereador Jucelio Maria (PSB-MG), faça também o papel legítimo do debate político da questão no legislativo.

MP recebe denúncia sobre local inadequado para realização de Conferência

img001No último dia 14 de maio, o Ministério Público do Estado de Minas Gerais, em sua 20ª Promotoria da Comarca de Juiz de Fora, recebeu a denúncia do Professor e Cineasta Franco Groia sobre a inadequação do local escolhido pelo Conselho Municipal dos Direitos das Pessoas Portadoras de Deficiência (CMDPD) para realização de Conferência Municipal dos Direitos da Pessoa Deficiente em 2015.

A denúncia formalizada no MP foi consequência concreta do video postado no Youtube, produzido por Carlos Roberto Desiderio, em que o cineasta foi protagonista e no qual aponta o grave problema.

De acordo com o cineasta, o Conselho entra em desacordo com Leis Federais que determinam, antes de mais nada, o acesso universal em qualquer evento de natureza pública, o direito do ir e vir das pessoas e, principalmente, a dignidade da pessoa deficiente – que é o foco da Conferência. Por força da Lei, a Prefeitura é obrigada a realizar, através do Conselho, tal evento para ampliar os debates e reflexões acerca das políticas deste segmento da população além, sobre tudo, eleger delegados que irão representar o município nas Conferências estadual e nacional.

Franco Groia, que já vem travando este debate ao longo dos anos, acha que a incompetência da Prefeitura é tamanha que deixa tal resolução na mão da Presidência do Conselho, que incapaz de diagnosticar e escolher um local público acessível e digno para realizar um evento desta natureza e importância. Esta opinião é compartilhada por muitos deficientes, entre eles membros do próprio CMDPD que eram contra o local mas foram ignorados pela Mesa Executiva do Conselho – encabeçada por Harison Felipe Nassar, Presidente do órgão.

O local em questão é o prédio localizado na rua Maria Pertétua, nº 72, no bairro Ladeira, onde são apontados inúmeros pontos de irregularidades do ponto de vista da acessibilidade, que vai da falta de infraestrutura urbana (rebaixamento de meios fios das calçadas, vias seguras, etc), passando pela distância do centro – o se que agrava o problema para o segmento (pela falha na mobilidade urbana, devido à falta de ônibus perto do local etc).

O CMDPD, está sendo usado politicamente e vem tendo uma postura completamente alheia às necessidades prioritárias dos deficientes do município. A escolha irresponsável do prédio conhecido como Escola de Governo é o caso concreto disso, afirma Groia.

A expectativa é de que o MP se posicione no sentido de cobrar a mudança do local da Conferência. Vamos aguardar.

Videoclipe BANDIDO! da PZP

Videoclipe do Coletivo PZP (Posse Zumbi dos Palmares), produzido e dirigido pelos alunos do 5° Período de 2005 do Curso de Publicidade e Propaganda da Universidade Salgado de Oliveira (UNIVERSO) de Juiz de Fora, sob a orientação dos Professores Alexandre Alvarenga e Flávia Lima.

Este trabalho foi uma oportunidade de contato direto com comunidades da periferia de Juiz de Fora, incentivando a prática de pesquisa e extensão acadêmica.

Franco Groia no Programa Mosaico da TVE – Juiz de Fora

Trata-se da compilação do Programa Mosaico nº 171, que teve Franco Groia como um dos personagens entrevistados. O programa foi produzido pela Produtora Multimeios da Universidade Federal de Juiz  de Fora e veiculado na TV PIO XII (TVE de Juiz de Fora).

Programa Mosaico na TV PIO XII (TVE-JF)

BANNER MOSAICO TVE-JF 171

Sem saída de emergência

UCI no Independencia Shopping exibe os seis filmes em cartaz na cidade (Foto: Fernando Priamo)

UCI no Independencia Shopping exibe os seis filmes em cartaz na cidade (Foto: Fernando Priamo)

De repente você, avesso aos filmes de ação e fantasia, percebe que já faz mais de um mês que não entra no cinema. Comodamente, vai se acostumando a esperar os lançamentos chegarem nas locadoras ou na TV. Chega a esquecer da experiência da sala escura, com a luz da chamada de emergência a desviar a atenção. Alerta! A vivência dos cinemas é insubstituível. Contudo, nesta semana, restam aos espectadores de Juiz de Fora apenas seis filmes espalhados nas 14 salas existentes, sendo três deles pertencentes ao gênero de ação, um de ficção científica, outro de fantasia e um último de animação. Todos hollywoodianos, com altos custos de produção e resultados superlativos de bilheteria. Um dos mais aguardados do ano no mundo, “Vingadores: Era de Ultron” figura em todos os quatro cinemas da cidade, em 23 sessões, enquanto os outros cinco filmes dividem 31 sessões.

“Para sempre Alice”, que permaneceu em cartaz até o último dia 14, foi o único drama presente nas programações dos cinemas de Juiz de Fora em abril. Mesmo assim, a produção trazia à reboque o Oscar dado a sua protagonista, a atriz Julianne Moore. Vencedor do Globo de Ouro de melhor filme e indicado ao Oscar, “Boyhood” foi sumariamente ignorado pelas salas, ainda que o oscarizado “Birdmam” tenha chegado, por pouco tempo e em poucos horários. Para uma cidade que já teve mais de 25 espaços dedicados à sétima arte, segundo a pesquisa História do cinema brasileiro, coordenada pelo cineasta e professor Franco Groia, a mudança de perfil nas grades é, no mínimo, lamentável, haja vista a presença de salas que, ao longo dos anos, se dedicaram às produções alternativas e independentes.

Hoje o exibidor não está preocupado em formar público, mas em se sustentar, discute Groia. “A oferta pode criar a plateia. Sem oferecer não tem como conhecer. Mas é preciso se atentar para o fato de que formação de público é um investimento de anos. Precisamos criar espectadores, começando com as crianças”, concorda o professor e produtor Cristiano Rodrigues, contando que, enquanto morou em Barcelona, na Espanha, chegou a frequentar cinemas duas vezes por semana, sem assistir a filmes norte-americanos. Desde que retornou, em janeiro de 2014, diz ter perdido o hábito e pouco se lembra da última vez em que entrou em uma sala.

(Foto: Fernando Priamo)

(Foto: Fernando Priamo)

Sob muitas pressões

Há mais de 12 anos desenvolvendo programação de cinema para Juiz de Fora, Adhemar de Oliveira, responsável pela agenda do Cinearte Palace, assume a má-fase. “Minha programação está canhestra mesmo, por falta de possibilidade. Os filmes, principalmente os brasileiros, estão vindo com poucas cópias em 35mm. ‘Casa grande’, que tem reunido um público expressivo, chegou em três cópias, uma está em Porto Alegre, a outra no Rio de Janeiro, e outra, em São Paulo”, comenta. “Vamos digitalizar as duas salas do Palace até maio. Assim, é certeza que isso nos possibilitará o aumento da diversidade. Nossa intenção não é abandonar o filme grande, mas aumentar a possibilidade de lançar outras produções para o nicho que temos na cidade”, completa.

Programador da unidade da Rua Augusta, em São Paulo, do Espaço Itaú de Cinema, Adhemar vive dia a dia a certeza de que sempre haverá público para todos os filmes, inclusive os mais herméticos. Dos oito filmes em cartaz no lugar, dois são brasileiros, um francês e outro inglês. “Posso atender o popular e o mais erudito, colocando um ‘filme cabeça’ às 22h, 23h. Uma das coisas que quero fazer é aumentar o número de filmes nas salas e retornar com o viés cultural”, pontua o programador e famoso cineclubista nos anos 1980.

Para a gerente do Cinemais no Alameda, Cintia Macedo, o juiz-forano já se acostumou com a programação do lugar, que antes reservava espaço para produções independentes, mas é fato que existe um público carente. “Tive muita procura pelo filme ‘Irmã Dulce’. Se houvesse três sessões diárias, encheria. Já tentei trazer filmes assim, mas acaba ficando muito custoso. A rede é muito aberta, mas as distribuidoras pressionam e tornam inviável”, acrescenta.

Mesmo com as programações semelhantes e, em alguns casos, idênticas, os exibidores afirmam alcançar um público alto. “Acredite se quiser: nas duas primeiras semanas, todo mundo corre para ver. Aprendi com Juiz de Fora que a combinação de programação (os mesmos filmes em horários próximos) é o melhor dos mundos”, ri Adhemar. Como um mantra do mercado: não se mexe em time que está ganhando. Porém, de acordo com Cristiano Rodrigues, a pasteurização representa uma pressão ideológica maior. “Tem algo mais cruel por trás disso: os norte-americanos têm a noção de que o bem mais precioso deles é a cultura, e o principal veículo para a disseminação é o cinema. Eles não estão vendendo só um filme, mas um estilo de vida, uma lógica de mundo”, reflete, citando o aumento do número de cineclubes em Juiz de Fora, como o Cineduca, do qual é coordenador. “Esse público em potencial, as salas não têm alcançado”, critica.

Apesar de existir a lei que obriga os cinemas do país a exibirem uma quantidade mínima de filmes nacionais, a “cota de tela”, a realidade fora dos grandes centros pouco mudou. Em Juiz de Fora, os complexos dos shoppings, com maior número de salas, cinco cada um, devem exibir, ao longo do ano, no mínimo oito produções brasileiras, o que pode ser facilmente abocanhado pelos blockbusters nacionais.

A onipresença dos filmes hollywoodianos, por muitas vezes apresentados de forma opressiva, ainda é um dilema para governantes e para o público. Segundo Franco Groia, a solução é criar espaços que não se alinhem com a dinâmica mercadológica. “É urgente termos uma sala municipal de cinema. Só vejo a saída para essa programação engessada a partir do momento em que a política pública abrir espaço para o alternativo, pensando na exibição, muito mais que a produção”, conclui. Enquanto isso, para os apreciadores de dramas, restam as próprias casas, apenas.

(Fonte: Mauro Morais, Jornal Tribuna de Minas, Caderno Dois, de 26 de abril de 2015)

EXCLUSIVO: Motoqueiro é vítima em acidente na Rio Branco no início da manhã em Juiz de Fora

Flagrante de um atropelamento de um motociclista na manhã de hoje, dia 28/08/2014, no caótico trânsito do centro de Juiz de Fora (MG). Trata-se de uma das três esquinas mais perigosas da cidade, em que acontecem mais acidentes e vítimas de atropelamento.

O acidente aconteceu na esquina da Avenida Barão do Rio Branco com a rua Marechal Floriano Peixoto, quando o motociclista entrava na Floriano, quando foi arrastado pelo carro (que seguia reto e não freou) alguns metros adiantes (aproximadamente 20 metros). Vê-se que o motoqueiro gesticula para o carro parar enquanto é ainda arrastado…

Felizmente, tudo não passou de um susto, o motociclista sofreu apenas pequenas lesões, sendo socorrido por pedestres e uma unidade do SAMU. A sorte é que a moto agiu como um obstáculo, pois ficou debaixo do carro ainda em movimento, o que acabou protegendo o corpo do motoqueiro de ficar completamente preso ou esmagado debaixo do automóvel.

CAMPANHA: O Sport é nosso!!!

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Movimento nas ruas

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Bem-vindo!!

Este é o site oficial de Franco Groia. Mineiro de Juiz de Fora, Groia é cineasta e professor da Universidade Salgado de Oliveira. Bacharel em Comunicação Social pela UFJF, especializou-se em Globalização, Mídia e Cidadania (UFJF) e trabalha com projetos audiovisuais e publiciade, atuando nas áreas de formação, criação, produção e direção. Além de diretor e produtor de cinema e tv, desenvolve novas aplicações da imagem em movimento com as artes visuais.