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Ação Popular reacende discussões sobre a situação do Cine Excelsior

(Matéria publicada no TER Notícias de 30 de novembro de 2012)

Ação popular pelo Cine Excelsior

Os integrantes do Movimento Salvem o Cine Excelsior anunciaram ontem o ingresso de ação popular na Vara da Fazenda Municipal contra os proprietários do imóvel que abrigava o cinema e contra o Poder Público municipal, representado pelo Comppac (Conselho Municipal de Preservação Artístico e Cultural).

A ação, cujo direito está previsto na Constituição, tem por objetivo retomar o processo de tombamento e garantir a desapropriação do imóvel. Os integrantes do movimento questionam irregularidades e ilegalidades no pedido de declaração de interesse cultural e no tombamento do Cine Excelsior e pedem a interrupção das obras realizadas no espaço, bem como a suspensão do procedimento administrativo de alvará para funcionamento de estacionamento público a ser concedido pela Prefeitura Municipal de Juiz de Fora. O movimento completou, no último dia 26, um ano de atividades.

(Fonte: Jornal Tribuna de Minas, de 30 de novembro de 2012)

COMPPAC recusa tombamento do Cine Excelsior

A nona tentativa de tombamento ou declaração de bem de interesse cultural para o Cine Excelsior foi recusada na última segunda (4), durante reunião mensal do Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Cultural (Comppac). O pedido havia sido encaminhado pelo movimento “Salvem o Cine Excelsior”, iniciado logo após a retirada e a venda das cadeiras do espaço no final do ano passado. Com dez votos contra dois e uma abstenção, o Comppac não encontrou justificativas para preservar o imóvel – inaugurado como cinema em 1958 – ou limitar a utilização pelos proprietários. O Excelsior já teve nove solicitações de tombamento, por diferentes autores. Todas elas foram recusadas. “Isso não é teimosia de quem defende o prédio. É prova de que a população legitimou sua importância”, opina o cineasta Franco Groia. Segundo o superintendente da Funalfa e presidente do Comppac, Toninho Dutra, o conselho julga somente o mérito técnico da questão a partir de relatório elaborado, independentemente do número de pessoas pedindo um tombamento.

(Matéria publicada na versão online da Tribuna de Minas de 05 de Junho de 2012.)

Movimento Pró-Cine Excelsior pede, mais uma vez, o tombamento do local

Leia a Matéria publicada no Jornal Diário Regional, publicada no dia 06 de março de 2012. Clique para ampliar.

Movimento para Salvar o Cine Excelsior na ‘Mesa de Debates’ da TVE-JF

Nesta última quarta-feira (18/01/2012), o programa Mesa de Debates recebeu Franco Groia e Gian Martins para discutir sobre a importância cultural e a realidade do Cine Excelsior, espaço atualmente em obras paralisadas.

O programa da TVE-JF, apresentado pelo jornalista Marcelo Martins,  teve a participação da Dra. Jane Aragão e do Dr. José Lúcio Fernandes, foi ocupado coincidentemente por dois Movimentos Populares: o de repúdio à construção de uma usina de lixo hospitalar no município de Simão Pereira (MG), representado por um de seus líderes, o Vereador Gilson Chapinotti Lyrio; e o Movimento de preservação do Cine Excelsior, representado pelo Movimento Salvem o Cine Excelsior com o intuito de discutir a representação cultural e a importância histórica do antigo cinema de rua da cidade que corre risco de ser destruído.

Neste sentido, o debate passou pelas questões simbólicas e políticas que envolvem a questão. Franco Groia apresentou um histórico do cinema e da articulação para seu salvamento e os passos que estão sendo dados, ressaltando que no momento, baseado em casos de disputas pela preservação de patrimônio da cidade que obtiveram sucesso, é necessário vontade política.

Gian Martins discursou a respeito da perspectiva que se deve tomar para enxergar a cultura nos dias de hoje, propondo que o espaço que abrigou o cinema seja um espaço cultural multiuso, um ponto de fruição cultural onde toda a sociedade possa participar de forma ativa, contribuindo para a transformação social do município e região.

Assim, o Movimento Salvem o Cine Excelsior continua cada vez mais forte e o Coletivo Sem Paredes continua junto nessa ação de preservação de um marco cultural da cidade.

(Fonte: Coletivo Sem Paredes)

Tribuna Livre na Câmara tem objetivo de defender o Cine Excelsior

OBRAS PARA CONSTRUÇÃO DE ESTACIONAMENTO ESTÃO SUSPENSAS PELA SECRETARIA

Tribuna livre na Câmara tem objetivo de defender o Cine Excelsior

Nesta terça-feira, 10, a audiência da Câmara Municipal foi aproveitada para que defensores do Cine Excelsior pudessem se posicionar quanto às obras que estão sendo levadas adiante no local. Para tanto. foi convidado a participar do evento o cineasta, Franco Groia, que defendeu a classificação do Cine Excelsior como um imóvel de interesse cultural para o município. “Estamos aproveitando a Tribuna Livre da Câmara como uma ferramenta enfática do desejo da população. Acreditamos que o que em sendo feito não está em conformidade com a legislação, já que o cinema deveria ser retomado pelo poder público e transformado em espaço multiuso, contemplando, além de projeções cinematográficas, eventos de turismo”. explicou.

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Cultura: Cine Excelsior e Grupo Divulgação são assuntos tratados no Plenário

O Movimento Salvem o Cine Excelsior também esteve presente na matéria “Cultura: Cine Excelsior e Grupo Divulgação são assuntos tratados no Plenário” foi publicada no Jornal Ter Notícias no dia 11 de janeiro de 2012.

Cineasta e vereador falam sobre preservação do Cine Excelsior

O cineasta Franco Groia, um dos coordenadores do Movimento Salvem o Cine Excelsior, e o Vereador Flávio Cheker (PT) falam sobre preservação do Cine Excelsior para reportagem do Jornal da TVE, da TVE Juiz de Fora, afiliada da Rede Minas.

O jornal da TVE Juiz de Fora surge como um novo espaço público para a informação e discussão dos assuntos relativos aos acontecimentos de nossa cidade e região. Com a inclusão de quadros específicos, diariamente o telespectador se informa sobre política, cultura, assuntos policiais, esporte e cidadania, além de matérias especiais sobre decoração, veículos, direitos dos cidadãos e muitos outros assuntos. Exibido de segunda a sexta sempre a partir das 18:30, a jornalista Alessandra Cury apresenta o jornal que tem a participação especial de telespectadores com sugestão de pautas para as reportagens. A Zona da Mata tem uma participação essencial no jornal, com a cobertura diária, a partir das principais cidades da região. O telejornal da TVE Juiz de Fora é feito com o jornalismo experiente e criativo voltado para o interesse público.

Produção à moda da casa

Retrato em branco & preto do cinema

Black and White – Retrato em branco & preto do cinema
As novas tecnologias do cinema digital, por incrível que pareça, estão reforçando a divulgação dos filmes em preto e branco (P&B), na medida em que permitem a transferência de suporte de importantes obras da história do cinema. Surpreendido com esta formação de um novo mercado e com a falta de informação sobre a produção atual em P&B, o cineasta e professor de História do Cinema Franco Groia decidiu criar o “Black and White – Festival Brasileiro de Cinema Preto e Branco”. O evento está programado para acontecer em Juiz de Fora, e pretende mapear o que é feito hoje em dia no cinema sem technicolor, além de discutir linguagem, avanços tecnológicos e preservação da memória audiovisual, dando visibilidade para o preto e branco.
“Não sabemos quantos filmes em P&B são produzidos atualmente no Brasil e no mundo, mas temos certeza de sua importância como linguagem. Até hoje, aprende-se cinema realizando em P&B”, afirma Groia, idealizador e coordenador geral do festival, citando grandes obras mais recentes, como “A lista de Schindler” (Steven Spielberg), “Psicose” (Alfred Hitchcock) e “Asas do desejo” (Win Wenders), filmadas sem technicolor anos depois de a cor dominar o cinema e a televisão.
Abaixo a ditadura da cor
“O cinema nasceu preto e branco e mudo. Esta é sua essência, sua linguagem pura”, defende Groia. “Até hoje, os melhores fotógrafos do mundo têm preferência pelo P&B, porque a cor distrai o olhar.” O coordenador da mostra lembra que o primeiro longa colorido foi “O mágico de Oz”. No filme, foram utilizadas as duas tecnologias para contar a história da menina Doroty. Quando o filme mostra a realidade da garota, é usado o P&B. A cor só aparece no mundo da fantasia.
“Há toda uma geração que tem aversão ou estranhamento ao P&B, considerando, erroneamente, estas produções como filmes menores. Averiguei em diversos fóruns e debates sobre o cinema e não encontrei nenhum evento dedicado ao preto e branco. Por isto decidi criar o Black and White”, justifica. Até 28 de maio, na mostra competitiva, podem ser inscritos filmes de qualquer formato, desde que em preto e branco, realizados a partir de janeiro de 2003. Obras anteriores poderão entrar nas mostras paralelas, que incluem clássicos do cinema em preto e branco.
A expectativa de Groia é despertar o interesse dos jovens realizadores, oferecendo a oportunidade de apresentar e discutir filmes diferentes, inovadores e vários clássicos do cinema mundial, norteadores da produção audiovisual em toda a história da cinematografia mundial. Estão programadas mostras de filmes e vídeos, oficinas, encontros e debates, onde serão discutidos os rumos da produção audiovisual e a necessidade de se democratizar o cinema, principalmente o realizado em preto e branco.
As inscrições podem ser feitas pelo site www.blackandwhite.com.br até o dia 28 de maio

(Jornal “Tribuna de Minas”, dia 27 de abril de 2005)

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Este é o site oficial de Franco Groia. Mineiro de Juiz de Fora, Groia é cineasta e professor da Universidade Salgado de Oliveira. Bacharel em Comunicação Social pela UFJF, especializou-se em Globalização, Mídia e Cidadania (UFJF) e trabalha com projetos audiovisuais e publiciade, atuando nas áreas de formação, criação, produção e direção. Além de diretor e produtor de cinema e tv, desenvolve novas aplicações da imagem em movimento com as artes visuais.